quinta-feira, 11 de outubro de 2012

"O português do Brasil"

 Autores: Anna Alice, Jaqueline Jaques, Julio Moura, Maria Beatriz, Mylena Andryele 
Professora(o): Regi
Disciplina: Português
Ano: 9º II 

Gírias 


A gíria é uma linguagem de caráter popular, criada e usada por determinados grupos sociais ou profissionais. São criadas para substituir termos ou conceitos oficiais (usados tradicionalmente). As gírias são próprias de uma determinada época e, muitas vezes, deixam de existir quando caem em desuso. Muitas gírias são tão utilizadas por grande parte da população de um país que acabam sendo incorporadas pelo vocabulário oficial, fazendo parte dos dicionários.Muitas gírias são criadas pelos jovens e adolescentes, em função da necessidade de buscar palavras e conceitos novos.

Exemplos de gírias no Sudeste, Norte e Nordeste :

Sudeste: 

Abacaxi:Trabalho difícil ou complicado.
Abobrinha:Besteira.
Baba-ovo:Invejoso, puxa-saco, que segue determinada pessoa ou grupo.
Bagaça:Coisa, objeto, negócio.
Boca-de-fumo:Lugar onde se vende drogas.
Boca-do-lixo:Lugar decadente e perigoso.
Bocó:Bobo, idiota.

Bode:Desânimo, tristeza, depressão;Antipatia.

Boi:Fácil.

Boiá:Não entender.

Boi na linha:Intruso, espião.
Ficá:Beijar.
Ficá careta:Ficar sóbrio.
Ficá de fogo:Embriagar-se.

Ficá de moio:Ficar na cama, descansar.

Figura:Pessoa estranha, cômica.

Filé:Pessoa bonita e atraente.

Filmá:Observar, reparar, olhar.

Norte: 

Vai mem: Quando a pessoa duvida de algo.
Vai morrê gent: quando tem uma discussão, de jogo, de politica, etc.
Tilanga: mulher fácil 
Marrapaiz: que isso cara ?
Éguaaa: eita 

Nordeste:

Amostrado: pessoa que gosta de aparecer, chamar a atenção.
 Aperreado: Preocupado, com problemas, agoniado, situação de Stress, apoquentado, nervoso, em aperto financeiro.
Apois: isso.

 Arengar:Implicar, discutir, brigar.

 Arrasta-pé:Forró.
Batoré: baixinho.
Bexiga:Utilizada em expressão de espanto. (Ex. Tá com a bexiga. Que calor da bixiga).
Bichinho:Forma carinhosa de chamar alguém. ex: Ei bichinho, venha aqui!
Bigu: pegar carona.
Bila: bola de gude
Biliro: grampo de cabelo 
De jeito maneira: de modo algum.
De o lavra: saia em quanto é tempo.
De rosca: algo difícil de ser realizado, duro de sair. 

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Países que falam português

Portugal ~ Um país que fala a língua portuguesa!
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Autor: Felipe Marques

Série: 6 ano

Matéria: Portugues

Professora: Reginalda







Designação Oficial: República Portuguesa

Capital: Lisboa

Outras cidades importantes: Aveiro, Braga, Coimbra, Évora, Faro, Funchal (Madeira), Ponta Delgada (Açores), Porto, Setúbal 

Data da actual Constituição: aprovada em Abril de 1976. Revisões em Setembro de 1982, Julho de 1989, Novembro de 1992, Setembro de 1997, Dezembro de 2001, Julho de 2004 e Agosto de 2005

Língua: Português 

Unidade monetária: Euro (EUR) 
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Recursos económicos:


A produção agrícola representa apenas 4% do PIB. A principal cultura é a uva, situando o país entre os dez primeiros produtores mundiais de vinhos de qualidade. 

Batata, beterraba açucareira, arroz, legumes, hortaliças e frutas também são importantes produtos.

A abundância de sobreiros, especialmente a Sul do rio Tejo, faz de Portugal o maior produtor mundial de cortiça (cerca de metade da produção da cortiça mundial).

Na pecuária, destaca-se a produção de ovinos e, na pesa, a da sardinha. Embora o solo seja rico em muitos minerais, como pirite, tungsténio, estanho, ferro, carvão, urânio, volfrâmio, manganésio, sal, ouro, prata e cobre, mármore, a sua exploração comercial ainda é reduzida, por se encontrarem dispersos geograficamente.

Com um passado predominantemente agrícola, actualmente e devido a todo o desenvolvimento que o país registou, a estrutura da economia baseia-se nos serviços e na indústria, que representam 67,8% e 28,2% do VAB (Fonte: INE, 2004).

O sector industrial responde por 28% do PIB. As principais actividades concentram-se nos sectores têxtil, siderúrgico, metalúrgico, automobilístico e químico. Também têm importância as indústrias alimentares (conservas de peixe, vinho, cerveja e azeite), de calçados e de cerâmica.

O sector de serviços (destaque para o turismo) responde por 68% do PIB e por 60% dos empregos.

O comércio exterior é deficitário, pois as importações – petróleo, gás natural e alimentos, entre outros – são maiores do que as exportações.

Com vista a tornar-se mais auto-suficiente em produção energética, Portugal aposta nas novas energias e vai implementar, no norte do país, o primeiro parque mundial de aproveitamento da energia das ondas.
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sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Industrialização da China

Há quase três décadas a China executa políticas nacionais de industrialização ajustadas ao movimento de expansão da economia “global”. As lideranças chinesas perceberam que a constituição da “nova” economia mundial passava pelo movimento da grande empresa transnacional em busca de vantagens competitivas, com implicações para a mudança de rota dos fluxos do comércio. Os chineses ajustaram sua estratégia nacional de industrialização acelerada às novas realidades da concorrência global.


A experiência chinesa combina o máximo de competição – a utilização do mercado como instrumento de desenvolvimento – e o máximo de controle. Entenderam perfeitamente que as políticas liberais recomendadas pelo Consenso de Washington não deveriam ser “copiadas” pelos países emergentes. Também compreenderam que a “proposta” americana para a economia global incluía oportunidades para o seu projeto nacional de desenvolvimento. Assim controlaram as instituições centrais da economia competitiva moderna: o sistema de crédito e a política de comércio exterior, aí incluída a administração da taxa de câmbio. Os bancos públicos foram utilizados para dirigir e facilitar o investimento produtivo e em infraestrutura.
Entre semelhanças e diferenças, a nova configuração da economia internacional evoca a segunda metade do século XIX e os primórdios do século XX , a era da Segunda Revolução Industrial e da Primeira Globalização Financeira. As reviravoltas econômicas, tecnológicas e sociais da primeira globalização nasceram de um jogo peculiar entre o monopólio industrial e financeiro da Inglaterra, suas políticas de livre-comércio e a resposta dos países ameaçados em sua identidade nacional pela revolução sem precedentes nas forças produtivas e na finança capitalista.
A adoção generalizada do padrão-ouro a partir dos anos 70 do século XIX ensejou uma forte expansão das transações financeiras internacionais e engendrou um intenso processo de concentração bancária na Inglaterra. Em seu desenvolvimento, o sistema financeiro internacional liderado pela “pérfida Albion” sustentou a emissão e negociação de títulos de dívida estrangeira, soberanos ou privados, a concessão de avais e o recebimento de depósitos forâneos na praça de Londres.
A liderança do sistema financeiro inglês estava assentada no grande desenvolvimento dos bancos de depósito, o que havia permitido a Londres assegurar-se do financiamento do comércio de todo o mundo. A Inglaterra possuía então todos os requisitos para o exercício dessa função de “financiadora do mundo”: a moeda nacional, a libra, era reputada a mais sólida entre todas e por isso mantinha uma sobranceira liderança enquanto intermediária nas transações mercantis e como instrumento de denominação e liquidação de contratos financeiros. O rápido crescimento e a impressionante concentração dos bancos de depósito colocavam à disposição essa matéria-prima para o desconto de cambiais emitidas em vários países.
Impulso decisivo para o avanço da globalização financeira daqueles tempos foi dado, em boa medida, pelo crescente endividamento dos países da periferia latino-americana e da semiperiferia europeia, obrigados a tomar empréstimos com o propósito de sustentar a conversibilidade de suas moedas. Isso porque os problemas de balanço de pagamentos eram recorrentes, normalmente associados a perdas nas relações de troca ou às flutuações periódicas no nível de atividades nos países centrais. As economias periféricas funcionavam, na verdade, como áreas de expansão comercial e financeira do país hegemônico nas etapas expansivas do ciclo e como uma “válvula de segurança” para o ajustamento das economias desenvolvidas nas fases de contração.
Enquanto os bancos ingleses concentravam suas operações no financiamento do comércio internacional e na exportação de capitais, a estrutura empresarial do país permanecia “congelada” nas formas “competitivas”. À semelhança das relações sino-americanas, a Inglaterra monopolista, em seu movimento de expansão mercantil, industrial e financeiro, “produziu” a industrialização dos EUA e da Europa (leia-se, sobretudo Alemanha) concomitantemente à criação da periferia produtora de matérias-primas e alimentos.
A emergência dos novos protagonistas “industrializantes” foi acompanhada das inovações que trouxeram o aço, a eletricidade, o motor a combustão interna, a química da soda e do cloro, o desenvolvimento da farmacêutica. Tais inovações alteraram radicalmente o panorama da indústria, até então marcado pelo carvão, pelo ferro e pela máquina a vapor. A aplicação simples da mecânica cedeu lugar à utilização e integração sistemática da ciência nos processos produtivos.
A segunda Revolução Industrial carregou em suas entranhas a ampliação das escalas de produção. O crescimento do volume de capital requerido pelos novos investimentos impôs novas formas de organização à empresa capitalista. A sociedade por ações tornou-se a forma predominante de estruturação da propriedade. Na Alemanha e nos Estados Unidos, os bancos universais, os bancos de investimento e os trusts funds passaram a avançar recursos para novos empreendimentos (crédito de capital), e cuidaram de promover a fusão entre as empresas existentes. As corporações financeiras organizaram a produção industrial nos setores de tecnologia avançada sob a forma de grandes empresas. Estas, por sua vez, promoveram o surgimento de novos canais de distribuição no atacado e no varejo (as lojas de departamento) e fomentaram a constituição de redes de pequenas e médias empresas fornecedoras. O movimento de concentração do capital produtivo e de centralização do comando empresarial nas mãos dos capitalistas associados tornou obsoleta a figura do empresário típico da industrialização inglesa originária, que confundia o destino da empresa com sua própria biografia.
A Inglaterra pregou e adotou o livre-comércio enquanto desfrutava do monopólio concedido por seu pioneirismo industrial. Foi atropelada pelos novos “industrializados” que avançaram sob o patrocínio de estruturas empresariais monopolistas e ao abrigo de políticas desabridamente protecionistas. Os Estados Unidos e a Alemanha, como a China contemporânea, aceitaram as regras darwinistas da concorrência universal e impuseram a superioridade de suas respectivas estruturas capitalistas, ancoradas na capacidade de centralização e mobilização de recursos dos seus bancos e – escândalo! – na presença ativa, nem sempre visível, de seus respectivos Estados nacionais
Grupo:Bruno Palhano, Gabriel Latorre, Saulo Gabriel, Matheus Otaviano, Luís Vitor.
Matéria:Geografia
Série:8° M

Xenofobia

Autores: Márcia Gomes
Professor(a): Joceli
Disciplina: Geografia
9º ano II - manha

O significado da palavra xenofobia dependerá do contexto em que ela estiver sendo usada, pois, por ter significado amplo, pode ser caracterizada como um transtorno psiquiátrico ou como uma forma de preconceito e racismo.
A xenofobia como forma de preconceito se caracteriza pela aversão e a discriminação dirigidas a pessoas de outras raças, culturas, crenças e grupos. Essa aversão pode desenvolver sentimentos de odio, causando animosidade e preconceito com tudo o que julga ser diferente.
Em seu sentido mais restrito, podemos caractelizá-la com um medo excessivo e descontrolado diante do diferente, do desconhecido. Esse medo pode ter se desenvolvido após um período de exposição a alguma situação, objeto ou pessoa desconhecida. Ao passar por alguma experiencia ruim como o desconhecido, a pessoa pedo evitar alguma situação que julga ser arriscada, o que pode interferir em sua rotina, relacionamentos e atividades sociais, e ate mesmo desencadear crises de panico.

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Augusto dos Anjos


                                               Introdução
Augusto dos Anjos foi um poeta brasileiro pré-modernista que viveu de 1884 a 1914. Sua obra “Eu e Outras Poesias” foi publicada dois anos antes de sua morte.

            Suas poesias trazem marcantes sentimentos de pessimismo e desânimo, além de inclinação para a morte. Com relação à estrutura, pode-se dizer que suas poesias apresentar rigor na forma e rico conteúdo metafórico.

            Morreu ainda jovem (em 1914) devido a uma enfermidade pulmonar, deixando para trás suas carreiras de promotor público (formou-se em 
Direito em 1906) e de professor, além de sua única e marcante obra.

Vida e obras
            Augusto de Carvalho Rodrigues dos Anjos nasceu no engenho Pau d'Arco, Paraíba. De uma família de donos de engenhos, assistiu à decadência da antiga estrutura latifundiária, substituída pelas grandes usinas. Seu pai, bacharel, foi quem lhe ensinou as primeiras letras. Quando estava no curso secundário, Augusto começou a mostrar uma saúde delicada e um sistema nervoso abalado.

            Em 1903, iniciou os estudos na Faculdade de Direito do Recife onde teve contato com o trabalho "A Poesia Científica", do professor Martins Junior. Formado em 1907, preferiu não advogar e ensinar português. Casou-se, em 4 de julho de 1910, com Ester Fialho.

            No mesmo ano, em conseqüência de desentendimento com o governador, foi afastado do cargo de professor do Liceu Paraibano, onde havia estudado. Resolveu então se mudar para o Rio de Janeiro, onde exerceu durante algum tempo o magistério. Lecionou geografia na Escola Normal, depois Instituto de Educação, e no Ginásio Nacional, depois Colégio Pedro II, sem conseguir ser efetivado como professor. Em 1911, morreu prematuramente seu primeiro filho.

            Em fins de 1913 transferiu-se para Leopoldina, MG, por ter sido nomeado para o cargo de diretor de um grupo escolar. Morreu nessa cidade, vitimado pela pneumonia, com pouco mais de trinta anos. Ainda jovem, os sofrimentos físicos tinham-lhe dado um aspecto senil.

            Quase toda a sua obra poética está no seu único livro "Eu", publicado em 1912. Apesar de praticamente ignorado a princípio, pelo público e pela crítica, a partir de 1919 o livro foi constantemente reeditado como "Eu e outros poemas".

            Escrito em um momento de transição, pouco antes da 
virada modernista de 22, sua obra representa o sincretismo entre o parnasianismo e o simbolismo. No livro, Augusto dos Anjos faz da obsessão com o próprio "eu", o centro do seu pensamento. O egoísmo e angústia estão presentes ("Ai! Um urubu pousou na minha sorte"); assim como o ceticismo em relação ao amor ("Não sou capaz de amar mulher alguma, / Nem há mulher talvez capaz de amar-me").

            O poeta aspira à morte e à anulação de sua pessoa, reduzindo a vida a combinações de elementos químicos, físicos e biológicos ("Eu, filho do carbono e do amoníaco,"). Tal materialismo o tornava amargo e pessimista ("Tome, doutor, essa tesoura e corte/ Minha singularíssima pessoa"). Contrapõe-se a inapetência para o prazer e um desejo de conhecer outros mundos, onde a força dos instintos não cerceie os vôos da alma ("Quero, arrancado das prisões carnais,/ Viver na luz dos astros imortais").

Principais obras
- Saudade (poema) - 1900
- Eu e Outras Poesias (único livro de poemas) - 1912
- Psicologia de um vencido (soneto)
- Versos íntimos
                                    Frases
- A esperança não murcha, ela não cansa, também como ela não sucumbe a crença. Vão-se sonhos nas asas da descrença, voltam sonhos nas asas da esperança.
- Ah! Dentro de toda a alma existe a prova de que a dor como um dardo se renova quando o prazer barbaramente a ataca.
- O beijo, amigo, é a véspera do escarro, a mão que afaga é a mesma que apedreja.
- Provo que a mais alta expressão da dor consiste essencialmente na alegria.
- Cansado de chorar pelas estradas. Exausto de pisar mágoas pisadas. Hoje eu carrego a cruz das minhas dores


Fontes:


Grupo:Ana Carolina Queiroga,Amanda Miranda,Brenda Natane,Joel Cavalcanti e Vaneça Belmont               Série: 9 ºAno I             Professora:Marilucia   Matéria:Redação

Augusto dos Anjos


Augusto dos Anjos (1884-1914) foi um poeta brasileiro. Sua obra é extremamente original. É considerado um dos poetas mais críticos de sua época. Foi identificado como o mais importante poeta do pré-modernismo, embora revele em sua poesia, raízes do simbolismo, retratando o gosto pela morte, a angústia e o uso de metáforas. Declarou-se "Cantor da poesia de tudo que é morto". O domínio técnico em sua poesia comprovaria também a tradição parnasiana. Durante muito tempo foi ignorado pela crítica, que julgou seu vocabulário mórbido e vulgar. Sua obra poética está resumida em um único livro "EU", publicado em 1912, e reeditado com o nome "Eu e outro poemas”.
Augusto de Carvalho Rodrigues dos Anjos (1884-1914) nasceu no engenho "Pau d'Arco", na Paraíba. Filho de Alexandre Rodrigues dos Anjos e de Córdula de Carvalho Rodrigues dos Anjos recebeu do pai, formado em Direito, as primeiras instruções. No ano de 1900, ingressa no Liceu Paraibano e compõe nessa época, seu primeiro soneto, "Saudade".
Augusto dos Anjos, ingressa na Faculdade de Direito do Recife em 1903 e em 1907, formado em Direito, retorna a João Pessoa, capital da Paraíba, onde passa a lecionar Literatura Brasileira, em aulas particulares.
Augusto dos Anjos é nomeado, em 1908, para o cargo de professor do Liceu Paraibano mas, em 1910, é afastado do cargo. Nesse mesmo ano casa-se com Ester Fialho e muda-se para o Rio de Janeiro, depois que sua família vendeu o engenho Pau d'Arco. Em 1911 é nomeado professor de Geografia, no Colégio Pedro II.
Durante sua vida, publica vários poemas em jornais e periódicos. Em 1912 publica seu único livro "EU", que causou espanto, aos críticos da época, diante de um vocabulário grotesco, na sua obsessão pela morte: podridão da carne, cadáveres fétidos e vermes famintos. Como também por sua retórica delirante, por vezes criativa, por vezes absurda, como neste trecho do poema "Psicologia de um vencido": "Eu, filho do carbono e do amoníaco,/ Monstro da escuridão e rutilância,/ Sofro, desde a epigênese da infância,/ A influência má dos signos do zodíaco".
Em 1914, Augusto dos Anjos é nomeado Diretor do Grupo Escolar Leopoldina, em Minas Gerais, para onde se muda. No dia 12 de novembro, desse mesmo ano, depois de uma longa gripe, falece de pneumonia, com apenas 30 anos de idade.

Principais obras de Augusto dos Anjos
- Saudade (poema) - 1900
- Eu e Outras Poesias (único livro de poemas) - 1912
- Psicologia de um vencido (soneto)
- Versos íntimos
Exemplos de Suas Obras
PSICOLOGIA DE UM VENCIDO
Eu, filho do carbono e do amoníaco,
Monstro de escuridão e rutilância,
Sofro, desde a epigênesis da infância,
A influência má dos signos do zodíaco.

Profundissimamente hipocondríaco,
Este ambiente me causa repugnância…
Sobe-me à boca uma ânsia análoga à ânsia
Que se escapa da boca de um cardíaco.

Já o verme — este operário das ruínas —
Que o sangue podre das carnificinas
Come, e à vida em geral declara guerra,·.
Anda a espreitar meus olhos para roê-los,
E há-de deixar-me apenas os cabelos,
Na frialdade inorgânica da terra!
Saudade 
Hoje que a mágoa me apunhala o seio,
E o coração me rasga atroz, imensa,
Eu a bendigo da descrença em meio,
Porque eu hoje só vivo da descrença.

À noite quando em funda soledade
Minha alma se recolhe tristemente,
Pra iluminar-me a alma descontente,
Se acende o círio triste da Saudade.

E assim afeito às mágoas e ao tormento,
E à dor e ao sofrimento eterno afeito,
Para dar vida à dor e ao sofrimento,
Da saudade na campa enegrecida
Guardo a lembrança que me sangra o peito,
Mas que no entanto me alimenta a vida.




Grupo:Felipe Andrade,Francisco Sales,Matheus Holanda,Pedro Magalhães e Sammy Junior.
Professora:Marilucia   Matéria:Redação  Série:9 º Ano II 


terça-feira, 25 de setembro de 2012

OPINIÃO SOBRE A COPA DO MUNDO DE 2014


-Você é contra ao a favor da copa do mundo no Brasil?


Entrevistado:Maria Augusta-Aposentada
Sim.Porque traz mais empregos e mais dinheiro com turistas

 Entrevistado:Ana Maria-Vendedora
Sim.porque vai trazer mais turistas para o Brasil.

 Entrevistado:Lucas Torres-estudante
Sim .Porque vai reformar o estádios de futebol do Brasil


Aluno:Mateus Torres
Professor:Mário
Série:7°ano